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	<title>Arquivos Gaema - MPCE</title>
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	<description>Ministério Público do Estado do Ceará</description>
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	<title>Arquivos Gaema - MPCE</title>
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		<title>MP do Ceará participa de audiência sobre atuação da primeira Vara Especializada do Meio Ambiente no Ceará </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marta Bruno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 20:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audiência Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Caomace]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público do&nbsp;Ceará participou&nbsp;de&nbsp;audiência pública&nbsp;sobre a&nbsp;atuação&nbsp;da primeira&nbsp;Vara Especializada do Meio Ambiente (Vema)&nbsp;no estado, do Tribunal de Justiça do Ceará.&nbsp;A ideia do evento, que ocorreu na última sexta-feira (17/04) no Fórum Clóvis Beviláqua,&nbsp;em Fortaleza,&nbsp;foi fortalecer o diálogo institucional e social, bem como discutir os impactos das ações e decisões judiciais a partir da criação da&nbsp;Vema.&nbsp;<br>&nbsp;<br>Do MP, estiveram presentes&nbsp;os promotores de Justiça Marcus Amorim,&nbsp;representando o&nbsp;Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema)&nbsp;e&nbsp;o Centro de Apoio Operacional de&nbsp;Defesa do Meio Ambiente (Caomace),&nbsp;Antônia Lima,&nbsp;Jacqueline Faustino,&nbsp;Fábio Ottoni&nbsp;e Ronald Rocha, todos com atuação nas Promotorias de Justiça&nbsp;de Defesa do Meio Ambiente.&nbsp;Magistrados, representantes de&nbsp;órgãos ambientais, entidades da sociedade civil&nbsp;e&nbsp;especialistas&nbsp;também&nbsp;participaram.&nbsp;A audiência&nbsp;discutiu&nbsp;política de proteção ambiental, desafios enfrentados na área&nbsp;e&nbsp;processos que tramitam&nbsp;na&nbsp;Vema.&nbsp;<br>&nbsp;<br>&#8220;Percebemos esse momento como algo muito importante e uma iniciativa elogiável. O MPCE possui um planejamento estratégico contendo temáticas prioritárias para a instituição, do que decorre que algumas ações judiciais agora em tramitação na&nbsp;Vema&nbsp;haverão de merecer uma maior atenção precisamente porque refletem demandas consideradas relevantes e urgentes. Parabenizamos o TJCE e desejamos sucesso aos magistrados que assumiram essa nobre e desafiadora missão de julgar as causas ambientais em nosso Estado&#8221;, destacou o promotor de Justiça Marcus Amorim.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a sessão, participantes apresentaram sugestões e preocupações relacionadas à preservação do meio ambiente e à efetividade das ações judiciais. Ganharam destaque temas como a proteção animal, degradação de biomas e ecossistemas, desmatamento da Caatinga, queimadas criminosas, fragilidade das unidades de conservação, poluição de rios e do litoral, ameaças à zona costeira e aos manguezais, além da permanência de lixões. No campo urbano, foram apresentados problemas de ocupação irregular do solo, pressões do mercado imobiliário e impactos especialmente sobre populações vulneráveis. A audiência ainda abordou a criação de espaços permanentes de escuta. <br> <br>Para a promotora de Justiça Jacqueline Faustino, o momento ganhou importância devido à recente aprovação da Revisão do Plano Diretor de Fortaleza e aos eventos ambientais observados na capital. “Vivemos o cenário de uma cidade que possui um Plano Municipal de Arborização aprovado desde 2014, que ainda não conseguiu perceber os efeitos sinérgicos decorrentes da supressão de vegetação e da destruição das áreas verdes, o que contribui para a formação das ilhas de calor, agravamento da insalubridade térmica, e também para a ocorrência de enxurradas e alagamentos que afetam, principalmente, a população mais vulnerabilizada”, pontuou. <br><br>De acordo com o promotor de Justiça Fábio Ottoni, a criação de uma vara especializada veio em boa hora. &#8220;Como ressaltamos na audiência, a atuação extrajudicial do Ministério Público é muito forte, mas há casos em que precisamos nos socorrer ao Poder Judiciário para garantir a defesa de direito relacionados ao meio ambiente e urbanismo, e o Sistema de Justiça tem de estar preparado para dar uma resposta mais célere e efetiva a essas demandas&#8221;, completou.<br> <br>Criada em março de 2026, a Vema contabilizava, até a sexta-feira passada, 226 processos judiciais e 228 procedimentos policiais. Segundo a juíza titular da Vara, Solange Menezes Holanda, a audiência pública é um instrumento de participação social e fortalecimento da Justiça, especialmente em matérias ambientais, que afetam diretamente toda a sociedade. Segundo ela, as contribuições apresentadas serão analisadas e servirão de base para reflexões e encaminhamentos futuros no âmbito da Vema e dos processos ambientais em tramitação. </p>
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		<title>Operação do MP, em parceria com Ibama, Semace e SSPDS, embarga quase 2 mil hectares de área desmatada ilegalmente no Ceará </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marta Bruno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 19:28:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalização]]></category>
		<category><![CDATA[Gaema]]></category>
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		<category><![CDATA[MP do Ceará]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ceará foi o segundo estado com maior área fiscalizada durante a Operação ‘Caatinga Resiste’, realizada pelo Ministério Público brasileiro entre os dias 9 e 19 de março, em nove estados do semiárido. Em território cearense, a ação foi coordenada pelo Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema) do MP do Ceará, em parceria [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ceará foi o segundo estado com maior área fiscalizada durante a Operação ‘Caatinga Resiste’, realizada pelo Ministério Público brasileiro entre os dias 9 e 19 de março, em nove estados do semiárido. Em território cearense, a ação foi coordenada pelo Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema) do MP do Ceará, em parceria com a Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Estado (SSPDS). Do total de 10.434 hectares de área desmatada ilegalmente nos nove estados, 2.062,54 hectares foram somente no Ceará, onde 1.992,69 hectares foram embargados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação ocorreu em 16 municípios&nbsp;cearenses: Aurora, Barro, Beberibe, Bela Cruz, Brejo Santo, Cedro, Crateús, Iracema, Itapipoca, Mauriti, Missão Velha, Mombaça, Quixeramobim, Senador Pompeu, São Gonçalo do Amarante e Umari.&nbsp;Além das áreas embargadas, a&nbsp;fiscalização em campo&nbsp;resultou&nbsp;na&nbsp;emissão de&nbsp;35 autos&nbsp;de infração.&nbsp;As multas, aplicadas pela Semace e pelo Ibama, somam R$ 2.383.857,00, com valores que variam de R$ 2 mil a R$ 285 mil.&nbsp;As irregularidades envolvem principalmente a supressão de vegetação nativa sem autorização válida, inconsistências em registros ambientais, como cadastros rurais, uso irregular do fogo e exploração ilegal de madeira.&nbsp;O Ministério Público adotará medidas extrajudiciais e judiciais para interromper os danos, promover a reparação ambiental e responsabilizar os infratores, inclusive pelos danos climáticos decorrentes do desmatamento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Verificamos in loco o quão urgente e necessário é proteger o bioma Caatinga, o único exclusivamente brasileiro e quase onipresente no Ceará. O desmatamento irregular traz consequências não apenas para o meio ambiente como também para as comunidades locais, que ficam ainda mais expostas aos revezes climáticos”, explica o promotor de Justiça Marcus Amorim, coordenador do&nbsp;Gaema. Os promotores de Justiça Chagas Neto, Jonas Mehl, Sheila Uchoa e Paulo&nbsp;Trece&nbsp;(integrantes do&nbsp;Gaema) e&nbsp;Paulo Lima acompanharam os trabalhos em campo, em apoio às equipes de fiscalização da Semace e do Ibama.&nbsp;<br>&nbsp;<br>Os alvos da fiscalização&nbsp;foram identificados&nbsp;previamente&nbsp;a partir de alertas de monitoramento remoto via satélite.&nbsp;A exemplo da Operação&nbsp;‘Mata Atlântica&nbsp;em Pé’,&nbsp;esses dados&nbsp;são&nbsp;disponibilizados pelo&nbsp;MapBiomas&nbsp;e pelo&nbsp;cruzamento de&nbsp;informações de fiscalizações e de&nbsp;bases de dados oficiais, como o&nbsp;Cadastro Ambiental Rural (CAR), o&nbsp;Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (Sinaflor)&nbsp;e as&nbsp;Autorizações de Supressão de Vegetação (ASVs).&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Outros estados</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Operação Caatinga Resiste ocorreu simultaneamente em Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. A iniciativa da&nbsp;Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público do Meio Ambiente&nbsp;(Abrampa), por meio do projeto Caatinga Resiste, foi coordenada nacionalmente&nbsp;pelo&nbsp;MP de Sergipe (MPSE).&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os estados com maior área fiscalizada foram Pernambuco (2.752,12 hectares), Ceará (2.062,54) e Piauí (1.583,32), concentrando os maiores volumes de desmatamento identificados pela operação. Nos nove estados, foram atendidos 324 alertas de desmatamento identificados por monitoramento remoto via satélite. As ações resultaram, até o momento, no embargo de 6.673 hectares e na aplicação de quase R$ 27 milhões em multas, atingindo aproximadamente 295 imóveis rurais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a operação,&nbsp;além do desmatamento ilegal,&nbsp;também foram identificadas infrações ambientais como apreensão de animais silvestres, extração ilegal de areia e minério, o uso irregular do fogo para supressão de vegetação e a exploração ilegal de madeira. Os resultados ganham relevância em um cenário recente de oscilação do desmatamento no bioma – o terceiro mais desmatado do país e estratégico como sumidouro de carbono. Após uma alta expressiva em 2024 – com perda de mais de 174 mil hectares de vegetação nativa –, a Caatinga registrou redução de 9% no desmatamento em 2025 (Deter/INPE). Ainda assim, os números revelados pela operação indicam que a pressão sobre o bioma permanece elevada, exigindo ações contínuas e coordenadas de fiscalização e controle.&nbsp;<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a coordenadora do projeto Caatinga Resiste,&nbsp;Aldeleine&nbsp;Barbosa, promotora de Justiça do MPSE, o balanço reforça a importância da atuação integrada. “Mesmo com a redução registrada no último ano, o volume de desmatamento ilegal ainda é preocupante. A Operação Caatinga Resiste mostra que a articulação entre os Ministérios Públicos, aliada ao uso de tecnologia e inteligência, é fundamental para impedir novos retrocessos e garantir a proteção do bioma”, destaca. O balanço final da operação tende a apresentar números mais elevados, uma vez que parte dos dados ainda não foram consolidados ou incorporados.&nbsp;<br><strong></strong>&nbsp;</p>
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		<title>Caravana do MP em Sobral inicia com diálogo institucional e palestras do Conselho Superior, Centros de Apoio e Núcleo de Acolhimento às Vítimas de Violência </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reginaldo Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 00:07:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Caravana do MP desembarcou em Sobral, nesta segunda-feira (16/03), para o primeiro dos três dias de atividades. A ação busca aproximar a Procuradoria Geral de Justiça da população e de integrantes do Ministério Público do Ceará que atuam no interior do Estado. A programação teve início&#160;às 10h30&#160;na sede das Promotorias de Justiça de Sobral [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Caravana do MP desembarcou em Sobral, nesta segunda-feira (16/03), para o primeiro dos três dias de atividades. A ação busca aproximar a Procuradoria Geral de Justiça da população e de integrantes do Ministério Público do Ceará que atuam no interior do Estado. A programação teve início&nbsp;às 10h30&nbsp;na sede das Promotorias de Justiça de Sobral com o procurador-geral de Justiça, Herbet Santos. Ele se&nbsp;reuniu&nbsp;com membros da 7ª Unidade Regional, composta por 22 comarcas. Na sequência, ocorreram palestras do Conselho Superior do Ministério Público (CSMP), Centros de Apoio Operacional&nbsp;e do Núcleo de Acolhimento às Vítimas de Violência (Nuavv).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O procurador-geral de Justiça&nbsp;agradeceu a presença de todos os membros no encontro&nbsp;e&nbsp;destacou a escolha de Sobral para o início da Caravana do MP, como comarca sede da região. “Eu morei&nbsp;nesta cidade&nbsp;e fico muito feliz em&nbsp;retornar para&nbsp;dar o pontapé inicial desse projeto&nbsp;na Princesinha do Norte. A Caravana do MP vai aproximar a Administração Superior&nbsp;dos membros e servidores e, principalmente, da sociedade. Vamos estreitar os laços internamente para reforçarmos a atuação que impactará na vida da população cearense”,&nbsp;comemorou.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Herbet Santos ressaltou&nbsp;as diversas entregas dos primeiros 60 dias da gestão, como a interiorização&nbsp;do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco)&nbsp;para&nbsp;as regiões Sul e Norte do estado,&nbsp;com a ampliação de cinco para 15 membros dedicados; a extensão das atividades do Núcleo de Acolhimento às Vítimas de Violência (Nuavv) no Cariri;&nbsp;e&nbsp;a criação&nbsp;vários órgãos, como&nbsp;o Grupo de Atuação Especial de Segurança Pública (Gaesp),&nbsp;&nbsp;o Centro de Apoio Operacional da Família, Sucessões&nbsp;e Registros Públicos (Caofam), a Secretaria Geral do Interior, a Diretoria-Geral das Promotorias de Justiça de Fortaleza,&nbsp;e&nbsp;o&nbsp;Núcleo de Modernização e Gestão do Estágio (Numge).&nbsp;O&nbsp;pgj&nbsp;destacou ainda a convocação de novos servidores efetivos e de residentes&nbsp;para breve,&nbsp;e&nbsp;a efetivação do Grupo de Atuação Especial do Meio Ambiente (Gaema).&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a apresentação do procurador-geral de Justiça, os demais membros da Administração Superior detalharam as atribuições dos órgãos&nbsp;que coordenam&nbsp;e manifestaram&nbsp;total disposição aos membros da 7ª Unidade Regional para fortalecer a atuação do MP no Norte do estado. Antes do intervalo do almoço, o debate foi aberto para esclarecer informações referentes à infraestrutura,&nbsp;gestão de pessoas e demais assuntos pertinentes às rotinas funcionais.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Palestras</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação da tarde foi aberta com palestra do&nbsp;integrante&nbsp;do Conselho&nbsp;Superior do&nbsp;MP, procurador de Justiça Pedro Olímpio. Ele abordou como o órgão colegiado interpreta e faz o controle dos procedimentos extrajudiciais, citando ainda casos práticos que chegam ao&nbsp;CSMP&nbsp;em áreas como Execução Penal, Infância e Juventude e Meio Ambiente. “O Conselho&nbsp;Superior&nbsp;exerce um importante papel&nbsp;ao&nbsp;definir diretrizes institucionais,&nbsp;revisar pedidos de&nbsp;arquivamento&nbsp;de inquéritos civis,&nbsp;declínios de competência,&nbsp;entre outros,&nbsp;sempre tendo como norte o interesse público”, explicou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo depois, a coordenadora do Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente (Caomace), procuradora de Justiça Sheila Pitombeira,&nbsp;pontuou algumas&nbsp;ações desenvolvidas pelo MP do Ceará para fortalecer a Justiça Ambiental e proteger a fauna e a flora no Estado.&nbsp;“Aqui temos cidades litorâneas, outras de&nbsp;um&nbsp;clima&nbsp;semiárido muito acentuado e&nbsp;outras de serra&nbsp;também. Portanto, é essencial atuarmos&nbsp;de forma coordenada&nbsp;e dialogada, sem perder, contudo, o foco&nbsp;nas especificidades de cada município”, salientou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sheila Pitombeira convidou os promotores de Justiça de Sobral integrantes&nbsp;do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (GAEMA), Paulo&nbsp;Trece&nbsp;e Jonas&nbsp;Veprisky,&nbsp;para&nbsp;apresentarem&nbsp;as atribuições do&nbsp;órgão de investigação, que atua tanto na prevenção quanto na repressão&nbsp;de crimes nas áreas do Meio Ambiente, Urbanismo, Patrimônio Histórico, entre outros. “Estamos à disposição dos colegas para trabalharmos juntos tanto de forma judicial quanto extrajudicial”, comentou Jonas&nbsp;Veprisky. Já Paulo&nbsp;Trece&nbsp;lembrou&nbsp;que o&nbsp;Gaema&nbsp;tem&nbsp;atuado em diversas frentes, como&nbsp;“na desativação dos lixões nos municípios cearenses, inclusive com a responsabilização dos gestores&nbsp;que não o fizeram dentro do prazo definido em lei”.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Saúde (Caosaúde), promotora de Justiça Lucy&nbsp;Antoneli, destacou&nbsp;os&nbsp;projetos estratégicos desenvolvidos, como o&nbsp;que busca maior&nbsp;efetividade da atenção primária e de fortalecimento da saúde mental&nbsp;nos&nbsp;municípios&nbsp;cearenses. “Estamos&nbsp;desenvolvendo&nbsp;uma ferramenta de inteligência&nbsp;artificial&nbsp;para auxiliar os membros na identificação dos indicadores que precisam&nbsp;serem&nbsp;vistos com maior cuidado pelos gestores dos municípios em que atuam. Também queremos expandir para todo o Estado o mapeamento da rede de saúde mental que fizemos em regionais de Fortaleza, permitindo&nbsp;que&nbsp;o&nbsp;atendimento&nbsp;seja feito&nbsp;dentro da atenção primaria,&nbsp;desafogando&nbsp;os&nbsp;Centros de Atenção Psicossocial”, frisou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A última apresentação do dia foi do coordenador do Núcleo de Acolhimento às Vítimas de Violência (Nuavv) Sobral, promotor de Justiça Anderson Nogueira, que destacou como o núcleo vem atuando desde a sua criação,&nbsp;em agosto de 2025. O órgão busca garantir a proteção integral de pessoas em situação de violência, acolhendo vítimas diretas e indiretas em parceria com a rede de proteção.&nbsp;&#8220;Temos como&nbsp;meta capilarizar&nbsp;essa cultura de acolhimento humanizado, evitando que as&nbsp;pessoas&nbsp;sofram com a revitimização”.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">À noite, ocorreu ainda o evento “MP na Universidade”. Realizada&nbsp;no auditório da Universidade Vale do Acaraú (UVA), em Sobral, a&nbsp;iniciativa&nbsp;buscou apresentar à sociedade e estudantes universitários as atribuições do Ministério Público nas suas diversas áreas de atuação.&nbsp;A atividade contou com a presença do procurador-geral de Justiça, Herbet Santos, e do diretor-geral da Escola Superior do Ministério Público&nbsp;(ESMP), promotor&nbsp;de Justiça Eneas Romero. O evento foi realizado pela ESMP e pelo&nbsp;Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), com apoio do&nbsp;Núcleo Estadual de Gênero Pró-Mulher (Nuprom), do&nbsp;Nuavv&nbsp;e do Gaeco&nbsp;Norte.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Programação segue até quarta (18)</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Caravana do MP segue nesta terça-feira (17/03) com sessão extraordinária do CSMP para julgamentos de editais de promoção e remoção. Também ocorrerão palestras sobre o projeto “Fala que Salva”, do Centro de Apoio Operacional da Educação (Caoeduc), e sobre os projetos desenvolvidos pelo&nbsp;Nuprom. O segundo dia termina com a inauguração das instalações do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas &#8211; Norte (Gaeco Norte).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na quarta-feira (18/03), das 9h às 16h, a&nbsp;Ouvidoria&nbsp;Geral, o&nbsp;Nuavv, o&nbsp;Nuprom&nbsp;e os Programas de Mediação Comunitária (Pronumec) e de Proteção e Defesa do Consumidor (Decon) ofertarão serviços aos moradores da Região Norte na Praça Cuba, em parceria com a Prefeitura Municipal&nbsp;e outros órgãos e instituições. Haverá ainda a solenidade de entrega de certificados aos concludentes do Curso de Escuta Especializada no Teatro São João.&nbsp;</p>



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		<title>Após atuação do MP, Justiça declara incapacidade técnica de autarquia municipal de Guaramiranga para exercer atividades de licenciamento ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 19:34:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ACP]]></category>
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		<category><![CDATA[Gaema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Vara Única da Comarca de Pacoti acatou, nesta sexta-feira (19/12), ação ajuizada pelo Ministério Público do Ceará e declarou a incapacidade técnica da Autarquia do Meio Ambiente de Guaramiranga para o exercício das atribuições de licenciamento e fiscalização ambiental no município. A Justiça considerou que tais atividades são de alta complexidade e, portanto, incompatíveis [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Vara Única da Comarca de Pacoti acatou, nesta sexta-feira (19/12), ação ajuizada pelo Ministério Público do Ceará e declarou a incapacidade técnica da Autarquia do Meio Ambiente de Guaramiranga para o exercício das atribuições de licenciamento e fiscalização ambiental no município. A Justiça considerou que tais atividades são de alta complexidade e, portanto, incompatíveis de serem exercidas por servidores ocupando cargos comissionados ou que não possuem qualificação técnica específica, como atualmente ocorre na autarquia. Com a decisão, a competência para o licenciamento e fiscalização ambiental em Guaramiranga permanece sob responsabilidade da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) até que sejam cumpridos os requisitos determinados pela Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, a Justiça também declarou a inconstitucionalidade dos artigos 12, 13 e 16 da Lei Municipal nº 461/2025 que criou o órgão com cargos comissionados em vez de providos por concurso público e sem definir as atribuições. Dessa forma, a Prefeitura e a Autarquia devem se abster de nomear ou empossar ocupantes de cargos em comissão para funções técnicas de fiscalização e licenciamento, bem como devem se abster de emitir quaisquer licenças ou autorizações ambientais até a efetiva estruturação do órgão com servidores concursados de nível superior, nos moldes da legislação estadual e federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi ajuizada pela Promotoria de Justiça Vinculada de Guaramiranga em conjunto com o Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema). O MP do Ceará identificou que a lei municipal criou 17 cargos comissionados para as atividades desempenhadas pelo novo órgão, contrariando o que determina a Constituição Federal, a Lei Complementar nº 140/2011 e a Resolução nº 07/2019 do Conselho Estadual do Meio Ambiente. A legislação reforça a obrigatoriedade de que os órgãos ambientais devem contar com uma equipe multidisciplinar formada por servidores efetivos de nível superior, como engenheiro ambiental, biólogo, geólogo, entre outros. Além disso, a lei criou a estrutura administrativa sem definir atribuições dos cargos, o que também contraria as Constituições Federal e Estadual.</p>
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		<title>Após ação do MP, Justiça proíbe Autarquia de Meio Ambiente de Trairi de emitir novos licenciamentos por irregularidades na estrutura do órgão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marta Bruno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 19:17:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ACP]]></category>
		<category><![CDATA[Caomace]]></category>
		<category><![CDATA[Decisão Judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Gaema]]></category>
		<category><![CDATA[Interior]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[MP do Ceará]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Poder Judiciário acatou Ação Civil Pública (ACP) do Ministério Público do Ceará e proibiu a Autarquia Municipal de Meio Ambiente de Trairi de emitir novos licenciamentos sob pena de multa de R$ 50 mil por procedimento instaurado após a decisão, de 10 de outubro deste ano. A Justiça julgou procedente o pedido da 1ª [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Poder Judiciário acatou Ação Civil Pública (ACP) do Ministério Público do Ceará e proibiu a Autarquia Municipal de Meio Ambiente de Trairi de emitir novos licenciamentos sob pena de multa de R$ 50 mil por procedimento instaurado após a decisão, de 10 de outubro deste ano. A Justiça julgou procedente o pedido da 1ª Promotoria de Justiça de Trairi após ter sido constatado que o órgão ambiental apresentava irregularidades na estrutura administrativa, como a ausência de servidores concursados e de equipes de fiscais ambientais, conforme determina a Lei Complementar nº 140/2011 e a Resolução nº 07/2019 do Conselho Estadual do Meio Ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, ainda foi determinado que a Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) passará a analisar os pedidos de licenciamento até que o município comprove que o órgão ambiental se adequou à legislação. A pedido do Ministério Público, também devem ser adotadas providências para reativar e regulamentar o funcionamento do Conselho Municipal do Meio Ambiente, sem atividades desde 2019. O órgão colegiado é um dos responsáveis pela fiscalização da Autarquia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão favorável é a primeira que ocorre após articulação do Projeto Litoral Vivo. A iniciativa do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente (Caomace) e do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema) busca adequar órgãos e sistemas de gestão ambiental dos municípios do litoral cearense quanto à capacidade de exercer as atribuições de fiscalização e de licenciamento dos recursos naturais e paisagísticos da zona costeira do Estado, além de promover o desenvolvimento sustentável.</p>
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