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	<title>Arquivos Organizações Criminosas - MPCE</title>
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	<description>Ministério Público do Estado do Ceará</description>
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	<title>Arquivos Organizações Criminosas - MPCE</title>
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		<title>MP do Ceará amplia estrutura para combater atuação de organizações criminosas nas eleições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ranniery.souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 20:28:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Ceará criou o Grupo Auxiliar Eleitoral (Gael) para identificar e combater a influência de organizações criminosas nas eleições. O Gael é vinculado ao Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e será coordenado pelo promotor de Justiça Eleitoral Igor Pinheiro, tendo como membros auxiliares a promotora de Justiça Mônia Dantas [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público do Ceará criou o Grupo Auxiliar Eleitoral (Gael) para identificar e combater a influência de <a href="#organizacao-criminosa" type="internal" id="#organizacao-criminosa">organizações criminosas</a> nas eleições. O Gael é vinculado ao Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e será coordenado pelo promotor de Justiça Eleitoral Igor Pinheiro, tendo como membros auxiliares a promotora de Justiça Mônia Dantas e o promotor de Justiça Cleyton Bantim. O Ato Normativo nº 612/2026 que instituiu o Grupo foi publicado no Diário Oficial do MPCE desta sexta-feira (03/07).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Gael foi criado com base nos termos da Resolução nº 297/2024 do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que reforçou a necessidade de o MP dispor de mecanismos robustos de inteligência e informações qualificadas sobre indivíduos vinculados a facções criminosas, de forma a subsidiar a tomada de decisões em investigações, ações judiciais e operações de segurança, contribuindo para a formulação de <a href="#politicas-publicas">políticas públicas</a> eficientes no combate ao crime organizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os promotores de Justiça com atuação no Gaeco e no Gael poderão, mediante designação do procurador-geral de Justiça, atuar em casos relacionados ao combate à influência de organizações criminosas no processo eleitoral de grande repercussão social ou prejuízo ao <a href="#interesse-publico">interesse público</a>, observados os princípios do promotor natural e independência funcional.</p>



<p class="glossario wp-block-paragraph" id="interesse-publico"><strong>Interesse público</strong><br>Aquilo que é importante para toda a sociedade.<a href="https://wwwh.mpce.mp.br/glossario/#"></a></p>



<p class="glossario wp-block-paragraph" id="organizacao-criminosa"><strong>Organização criminosa</strong><br>Grupo estruturado para cometer crimes.</p>



<p class="glossario wp-block-paragraph" id="politicas-publicas"><strong>Políticas públicas</strong><br>Ações do governo para melhorar a vida da população.</p>
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		<title>MPCE/Gaeco deflagra operação contra chefes de facções criminosas e advogados que atuavam como mensageiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lívia Priscilla]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 15:00:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Ceará (MPCE), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), deflagrou, nesta terça-feira (30/06), a operação “Mensageiros do Crime”, com o apoio da Polícia Civil do Ceará (PCCE) e da Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização do Estado (SAP). O objetivo é desarticular uma rede de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público do Ceará (MPCE), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), deflagrou, nesta terça-feira (30/06), a operação “Mensageiros do Crime”, com o apoio da Polícia Civil do Ceará (PCCE) e da Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização do Estado (SAP). O objetivo é desarticular uma rede de comunicação estruturada que utilizava advogados para intermediar o contato e transmitir ordens de chefias de organizações criminosas presas para integrantes das facções, dentro e fora do estado do Ceará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação busca cumprir, ao todo, 29 mandados de prisão e 29 mandados de busca e apreensão nos municípios cearenses de Fortaleza, Aquiraz, Caucaia, Itaitinga, Maracanaú, São Gonçalo do Amarante, bem como em São Paulo. Foram cumpridos 17 mandados de prisão contra chefes de facção criminosa, dos quais 15 já estavam presos na Unidade Prisional de Segurança Máxima do Estado do Ceará (UP-Máxima), e outros dois estavam em liberdade. Mais 11 advogados foram presos e uma ainda é considerada foragida. Ela tem domicílio na capital paulista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação solicitou o bloqueio de R$ 20 milhões das contas dos investigados. Um veículo Range Rover blindado foi apreendido com um dos chefes de facção preso. A operação também apreendeu celulares, notebooks e joias dos demais alvos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre a investigação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As apurações do MP do Ceará foram iniciadas a partir da decisão do Tribunal de Justiça do Estado, de novembro de 2025, que deferiu o pedido de captação de imagens e áudios nos parlatórios do presídio de segurança máxima do Estado. A análise do conteúdo revelou indícios de que determinados advogados, sob o aparente exercício da assistência jurídica, encontravam-se funcionalmente integrados à dinâmica operacional de organizações criminosas atuantes no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As conversas registradas entre 08 de dezembro de 2025 e 15 de janeiro de 2026 demonstraram um padrão reiterado de condutas criminosas entre custodiados recolhidos na Unidade de Segurança Máxima Estadual e os respectivos advogados, com uso de linguagem codificada para o tratamento de assuntos ilícitos. As comunicações consistiam em repasse de ordens e orientações a familiares, a outros custodiados e a integrantes de organizações criminosas em liberdade, com finalidades, como reorganização faccional, expansão territorial, transmissão de determinações internas, cooptação de integrantes, consolidação de novos alinhamentos criminosos, aquisição de armas de fogo, circulação de entorpecentes e articulações voltadas à manutenção das atividades ilícitas desempenhadas pelas facções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Constatou-se que tais detentos, embora já custodiados e respondendo a processos ou cumprindo condenações pela prática de crimes relacionados à integração em organizações criminosas, continuam exercendo funções relevantes dentro das facções, configurando, em tese, novas condutas delitivas. O MP apurou, ainda, que os advogados faziam o repasse de informações, vulgarmente denominados como “pombos-correio” ou “advogados de recado”, em conduta que extrapola significativamente os limites do legítimo exercício profissional da advocacia e contribui para o fortalecimento das facções criminosas no Ceará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os diálogos coletados também demonstraram que a maioria dos advogados possui vínculos entre si, havendo constantes referências mútuas ao longo das conversas interceptadas, o que indica a existência de uma rede estruturada voltada a essa finalidade ilícita, e não de atuações isoladas ou visitas esporádicas. Além disso, verificou-se que esses profissionais costumam visitar os mesmos custodiados de forma reiterada, sendo que muitos apresentam elevado volume de atendimentos, em quantidade incompatível com o padrão ordinário de assistência jurídica, conforme dados extraídos do Sistema Integrado de Gestão Penitenciária (Sigepen), desenvolvido pela SAP.</p>
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		<title>MP do Ceará mobiliza instituições públicas e define fluxo para acolher vítimas de deslocamento forçado por facções criminosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Donny Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:51:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Ceará, por meio do Núcleo de Acolhimento às Vítimas de Violência (Nuavv), definiu, em reunião realizada nesta quinta-feira (25/06), com diversas instituições, medidas para estruturar o atendimento a pessoas obrigadas a deixar suas casas em decorrência da atuação de organizações criminosas. A iniciativa integra as ações alusivas ao Dia Internacional de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público do Ceará, por meio do Núcleo de Acolhimento às Vítimas de Violência (Nuavv), definiu, em reunião realizada nesta quinta-feira (25/06), com diversas instituições, medidas para estruturar o atendimento a pessoas obrigadas a deixar suas casas em decorrência da atuação de organizações criminosas. A iniciativa integra as ações alusivas ao Dia Internacional de Apoio às Vítimas de Tortura, celebrado em 26 de junho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os encaminhamentos, foi definido que, o Centro de Referência e Apoio à Vítima de Violência do Ceará (CRAVV) fará articulação com o Centro de Referência de Direitos Humanos do Estado (CRDH) para viabilizar o atendimento no interior. Também foi estabelecida a realização de capacitações conjuntas voltadas às redes de saúde, educação e assistência social, com foco na qualificação do acolhimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra medida acordada foi a realização de nova reunião com representantes das forças de segurança, com o objetivo de aprimorar o registro e o acompanhamento dos casos, por meio da criação de classificação específica nos sistemas oficiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participaram do encontro integrantes do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Cidadania (Caocidadania), das 5ª, 6ª, 7ª e 8ª Promotorias de Justiça de Fortaleza, do Escritório Frei Tito, da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de Fortaleza, do Comando de Prevenção e Apoio às Comunidades (Copac), da Comissão de Direitos Humanos da Alece, do CRAVV, da Universidade Federal do Ceará (UFC) e do Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
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		<title>MP capacita membros e servidores sobre inovações trazidas pela Lei Antifacção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ranniery.souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 19:48:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As principais inovações da Lei Antifacção (Lei Federal nº 15.358/2024) foram debatidas durante seminário promovido pelo Ministério Público do Ceará nesta sexta-feira (12/06). A atividade destacou aspectos gerais da nova legislação, considerada o marco legal do combate ao crime organizado no Brasil, e reuniu membros e servidores do MP na sede da Procuradoria Geral de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">As principais inovações da Lei Antifacção (Lei Federal nº 15.358/2024) foram debatidas durante seminário promovido pelo Ministério Público do Ceará nesta sexta-feira (12/06). A atividade destacou aspectos gerais da nova legislação, considerada o marco legal do combate ao crime organizado no Brasil, e reuniu membros e servidores do MP na sede da Procuradoria Geral de Justiça, em Fortaleza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O procurador-geral de Justiça, Herbet Santos, enfatizou a importância do público interno se atualizar sobre a nova legislação, que tornou mais rígida as condenações de integrantes de facções criminosas. “Ao aprofundarmos o conhecimento sobre a nova lei, fortalecemos nossa capacidade institucional de proteger a sociedade a partir de uma atuação eficaz e estratégica. Que este encontro seja um espaço produtivo de aprendizado e troca de experiências&#8221;, frisou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O coordenador do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), promotor de Justiça Luiz Cogan, ressaltou que o seminário “reafirma o compromisso do Ministério Público do Ceará de qualificar, de forma contínua, membros e servidores para que possamos entregar à sociedade aquilo que ela espera de nós”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento contou com palestras do procurador de Justiça Marcus Renan (titular da 18ª Procuradoria de Justiça) e dos promotores de Justiça André Clark (coordenador do Caocrim), Oscar Stefano (coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas – Gaeco) e Márcia Lopes (titular da 166ª Promotoria de Justiça de Fortaleza), além do professor de Direito da Universidade Federal do Ceará (UFC), Sérgio Rebouças.</p>
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		<title>Após denúncia do MP, Justiça condena a mais de 90 anos de prisão integrantes de facção que mataram e atearam fogo em dois homens na capital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ranniery.souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:40:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça acatou integralmente as teses do Ministério Público do Ceará e condenou, nessa quinta-feira (11/06), Francisco Jamerson Sousa de Freitas e Marcelo Rodrigues Campos a penas que somam mais de 90 anos de prisão por matarem e atearem fogo em dois homens no bairro Pedras, em Fortaleza. A 2ª Vara do Tribunal do Júri [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Justiça acatou integralmente as teses do Ministério Público do Ceará e condenou, nessa quinta-feira (11/06), Francisco Jamerson Sousa de Freitas e Marcelo Rodrigues Campos a penas que somam mais de 90 anos de prisão por matarem e atearem fogo em dois homens no bairro Pedras, em Fortaleza. A 2ª Vara do Tribunal do Júri acatou a denúncia oferecida pela 114ª Promotoria de Justiça de Fortaleza e sentenciou a dupla pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, ocultação de cadáver e por integrar organização criminosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os crimes ocorreram no dia 09 de abril de 2020 e foram motivados porque os denunciados suspeitavam que as vítimas pertenciam a uma facção rival. Conforme a investigação, a dupla denunciada foi à casa da mãe de uma das vítimas, e após a abordagem, elas foram levadas para um matagal nas proximidades de um condomínio no bairro Pedras, onde foram amarradas e executadas. Depois, os denunciados atearam fogo nos corpos, na tentativa de ocultar os cadáveres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Francisco Jamerson Sousa de Freitas foi condenado a 41 anos, um mês e 15 dias de prisão, bem como 240 dias-multa. Já Marcelo Rodrigues Campos foi condenado a 51 anos, sete meses e 15 dias de prisão, além de 240 dias-multa. Os dois também foram sentenciados a pagar indenização aos familiares das vítimas.</p>
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		<title>MPCE/Gaeco denuncia quatro acusados pela morte de secretário municipal de São Luís do Curu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Emerson Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 15:15:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[GAECO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Ceará, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e com auxílio da Promotoria de Justiça de São Luís do Curu, denunciou, nesta sexta-feira (12/06), quatro acusados pela morte de Ricardo Abreu Barroso, então secretário de Administração do município, ocorrida em 19 de março de 2026. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mpce.mp.br/mpce-gaeco-denuncia-quatro-acusados-pela-morte-de-secretario-municipal-de-sao-luis-do-curu/">MPCE/Gaeco denuncia quatro acusados pela morte de secretário municipal de São Luís do Curu</a> apareceu primeiro em <a href="https://mpce.mp.br">MPCE</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público do Ceará, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e com auxílio da Promotoria de Justiça de São Luís do Curu, <strong><a href="#denuncia" type="internal" id="#denuncia">denunciou</a></strong>, nesta sexta-feira (12/06), quatro acusados pela morte de Ricardo Abreu Barroso, então secretário de Administração do município, ocorrida em 19 de março de 2026. O MP pediu a condenação de Wesley Balbino, Paulo Vitor Nascimento, Gleiciane Diniz e Laila Meneses por <strong><a href="#homicidio" type="internal" id="#homicidio">homicídio</a></strong> duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima) e por integrar <strong><a href="#organizacao-criminosa" type="internal" id="#organizacao-criminosa">organização criminosa</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ricardo Abreu foi assassinado dentro do depósito de construção do qual era proprietário. Segundo as investigações, a vítima foi morta a tiros a mando de Wesley, vulgo Guaxinim, chefe local de uma facção criminosa de origem carioca que estaria buscando reafirmar sua influência territorial na cidade. Ele teria recrutado Paulo Vitor, vulgo “2S”, apontado pelo MP como um dos autores dos disparos. O executor do crime teria contado com apoio de Gleiciane e Laila, que teriam repassado a Paulo Vitor informações sobre a localização da vítima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público ainda pediu a manutenção da <strong><a href="#prisao-preventiva" type="internal" id="#prisao-preventiva">prisão preventiva</a></strong> dos quatros denunciados. Destes, apenas Wesley segue foragido. As investigações seguem em andamento para identificar o possível envolvimento de outras pessoas no crime. A atuação reforça o compromisso do MP do Ceará com o combate às organizações criminosas, com a responsabilização dos autores de crimes graves e com a promoção da justiça e da segurança da população cearense.</p>



<p class="glossario wp-block-paragraph" id="denuncia"><strong>Denúncia</strong><br>É um documento formal pelo qual o Ministério Público acusa alguém de ter cometido um crime, dando início a um processo penal. É a peça processual por meio da qual o MP, enquanto órgão acusador, apresenta formalmente a acusação a um juiz, relatando os fatos e indicando o crime que teria sido cometido pelo(s) acusado(s).</p>



<p class="glossario wp-block-paragraph" id="homicidio"><strong>Homicídio<br></strong>É o ato de matar alguém com intenção, seja ela direta, quando há a vontade consciente de tirar a vida de outra pessoa, ou indireta, quando o agente assume o risco de que suas ações possam resultar na morte de alguém. A pena mínima para homicídio doloso é de seis anos de prisão, conforme o artigo 121 do Código Penal Brasileiro.</p>



<p class="glossario wp-block-paragraph" id="organizacao-criminosa"><strong>Organização Criminosa<br></strong>Grupo estruturado para cometer crimes.</p>



<p class="glossario wp-block-paragraph" id="prisao-preventiva"><strong>Prisão Preventiva</strong><br>É uma medida cautelar, decretada por um juiz, que consiste na detenção de uma pessoa durante o curso de um processo criminal, antes de uma condenação definitiva, para evitar que o suspeito fuja, cometa mais crimes ou atrapalhe a investigação. A prisão preventiva não tem prazo máximo definido, mas a duração deve ser proporcional à duração do processo e a necessidade deve ser reavaliada periodicamente.</p>
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		<title>Unifor e MP vão ofertar Mestrado em Direito Constitucional com ênfase no combate ao crime organizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ranniery.souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 18:51:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Ceará e a Universidade de Fortaleza (Unifor) firmaram, na manhã desta segunda-feira (08/06), um contrato para ofertar turma de Mestrado Acadêmico em Direito Constitucional com ênfase no combate ao crime organizado. O curso está previsto para iniciar em agosto e será destinado à qualificação e ao aperfeiçoamento de membros do MP [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público do Ceará e a Universidade de Fortaleza (Unifor) firmaram, na manhã desta segunda-feira (08/06), um contrato para ofertar turma de Mestrado Acadêmico em Direito Constitucional com ênfase no combate ao crime organizado. O curso está previsto para iniciar em agosto e será destinado à qualificação e ao aperfeiçoamento de membros do MP do Ceará. O documento foi assinado no campus da universidade pelo procurador-geral de Justiça do Ceará, Herbet Santos, e pelo reitor da Unifor, Randal Pompeu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós já tínhamos uma parceria e agora seguimos fortalecendo essa união com o propósito de levar mais conhecimentos aos integrantes do Ministério Público. Quem ganha com isso é a sociedade, que vai ter contato com membros ainda mais capacitados nessa temática tão importante, que é o combate ao crime organizado”, declarou o pgj Herbet Santos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O reitor Randal Pompeu complementou agradecendo a concretização da parceria. “É muito importante capacitar e formar profissionais, que irão trabalhar de forma melhor e mais eficiente, e produzir academicamente para mostrar o que o Ministério Público está fazendo”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os interessados devem acessar o site da Unifor para se inscrever na seleção do Mestrado, que oferece 40 vagas. Já a ESMP e o Ceaf divulgarão em breve edital para selecionar os membros a serem beneficiados com dez bolsas para desenvolver projetos de pesquisa vinculados ao combate do crime organizado. As atividades do mestrado terão duração de 24 meses e carga horária total de 360 horas/aula. O local e o calendário do curso ainda serão definidos. As aulas serão semanais com duração de três horas por dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Representando o MP do Ceará, também participaram a subprocuradora-geral de Justiça de Governança, Grecianny Cordeiro; o assessor de Políticas Institucionais, promotor de Justiça Aureliano Rebouças; o diretor-geral da ESMP, promotor de Justiça Eneas Romero; e o coordenador do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), promotor de Justiça Luiz Cogan. Pela Unifor, estiveram presentes a vice-reitora de Ensino, Katherinne Maciel; a diretora de Relações Internacionais, Gina Vidal Marcílio Pompeu; a diretora do Centro de Ciências Jurídicas, Juliana Mamede; o diretor de Pós-Graduação, Marcos James; e a coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Direito Constitucional, Ana Maria D’Avila.</p>
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		<title>MP do Ceará lança projeto ‘Fala que Salva’ em Pacatuba para orientar estudantes contra o uso de drogas e a influência de organizações criminosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ranniery.souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 21:11:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[MP do Ceará]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Ceará, por meio do Centro de Apoio Operacional da Educação (Caoeduc), realizou na manhã desta quarta-feira (03/06) o lançamento do projeto Fala que Salva, na Escola de Educação Infantil e Ensino Fundamental Ângela Campos, em Pacatuba. A ação leva a instituições de ensino orientações para prevenir o uso de drogas e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público do Ceará, por meio do Centro de Apoio Operacional da Educação (Caoeduc), realizou na manhã desta quarta-feira (03/06) o lançamento do projeto Fala que Salva, na Escola de Educação Infantil e Ensino Fundamental Ângela Campos, em Pacatuba. A ação leva a instituições de ensino orientações para prevenir o uso de drogas e a influência das organizações criminosas no ambiente escolar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento contou com a presença do promotor de Justiça e coordenador do Caoeduc, Antônio Forte, e do subtenente da Polícia Militar do Ceará, Raimundo Wellington Oliveira da Silva, que ministraram palestras aos estudantes do 7º ano. Estiveram presentes ainda representantes do Programa Previne – Violência na Escola, Não!, da Secretaria Municipal de Educação, gestores escolares e órgãos de segurança pública.</p>
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		<title>Seminário nacional do MP do Ceará debate criminalidade organizada com ministros do STJ e representantes das forças de segurança e da academia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 20:06:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caocrim]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques ESMP/CEAF]]></category>
		<category><![CDATA[Organizações Criminosas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Discutir experiências exitosas e novas estratégias de combate às facções criminosas para fortalecer a atuação estatal em defesa da população. Foi com esse objetivo que o Ministério Público do Ceará realizou, na manhã desta sexta-feira (29/05), no auditório da Procuradoria Geral de Justiça, em Fortaleza, o Seminário Nacional “Criminalidade Organizada e Sistema de Justiça: Novas [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Discutir experiências exitosas e novas estratégias de combate às facções criminosas para fortalecer a atuação estatal em defesa da população. Foi com esse objetivo que o Ministério Público do Ceará realizou, na manhã desta sexta-feira (29/05), no auditório da Procuradoria Geral de Justiça, em Fortaleza, o Seminário Nacional “Criminalidade Organizada e Sistema de Justiça: Novas agendas e respostas institucionais”. O evento contou com a presença do procurador-geral de Justiça do Ceará, Herbet Santos, e dos ministros do Superior Tribunal de Justiça Teodoro Santos e Carlos Brandão, além de membros do MP, integrantes das forças de segurança pública, do Sistema de Justiça e de universidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pgj Herbet Santos ressaltou a urgência do debate para proteger a população e garantir direitos. &#8220;A atuação do Ministério Público, enquanto integrante do Sistema de Justiça, tem que ser sempre a do enfrentamento ao crime organizado com bastante firmeza. As instituições de segurança pública, e nós, como operadores do Direito, atuamos visando, principalmente, o interesse da população cearense que é a garantia de direitos pela promoção da Justiça”, salientou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na abertura, o diretor-geral da Escola Superior do Ministério Público (ESMP), promotor de Justiça Eneas Romero, realçou a importância dos esforços conjuntos para garantir a proteção da população. “Reunir tantas autoridades é essencial para que a gente possa pensar como as instituições podem trabalhar para dar respostas aos problemas da sociedade”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Primeiro painel</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Presidido pelo pgj Herbet Santos, o primeiro painel tratou de &#8220;Governança institucional e atuação integrada no enfrentamento à criminalidade organizada&#8221;, com participação do ministro do STJ Carlos Brandão; do reitor da Universidade de Fortaleza (Unifor), Randal Pompeu; do diretor adjunto do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), delegado Alisson Gomes; do coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) Central do MP do Ceará, promotor de Justiça Oscar Stefano; e do coordenador do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) do MP do Ceará, do promotor de Justiça Luiz Cogan.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Carlos Brandão explicou que a criminalidade não é um fenômeno apenas jurídico, mas resultado de problemas sociais históricos. Por isso, ele propõe um novo arranjo institucional para enfrentar a criminalidade através das redes colaborativas entre os órgãos do Sistema de Justiça e de segurança pública. “O crime é uma afronta às relações humanas e sociais. Combater a criminalidade exige que a gente se preocupe com as relações que foram impactadas, inclusive na figura da vítima”. Em seguida, o promotor de Justiça Oscar Stefano reforçou os avanços já alcançados pelo Gaeco do MP do Ceará, como a regionalização, a especialização e o aumento de integrantes do Grupo. “Isso é importante para que o Gaeco fique mais próximo da população, para que as operações se multipliquem e para que haja maior autonomia”, complementou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O delegado Alisson Gomes apresentou o Departamento de Repressão ao Crime Organizado da Polícia Civil, criado para aprimorar o enfrentamento às ações criminosas das facções, ressaltando a integração interinstitucional. “O nosso foco é conter, através das prisões, a expansão territorial desses grupos criminosos, que atuam de forma diferenciada, antes só violenta, e hoje passa por aspectos financeiros e sociais”, explicou. E o reitor da Unifor, Randal Pompeu, enalteceu a parceria institucional com o MP. “A Universidade de Fortaleza renova a disposição de seguir caminhando junto ao Ministério Público do Ceará para contribuir com formações, produção de conhecimento e prestação de serviço à comunidade para o fortalecimento das instituições democráticas”, finalizou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segundo painel</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2026/05/seminario-painel-2-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-200390" srcset="https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2026/05/seminario-painel-2-1024x682.jpeg 1024w, https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2026/05/seminario-painel-2-700x466.jpeg 700w, https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2026/05/seminario-painel-2-768x512.jpeg 768w, https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2026/05/seminario-painel-2-1536x1023.jpeg 1536w, https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2026/05/seminario-painel-2.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tema &#8220;O novo marco legal de combate ao crime organizado: inovação normativa, efetividade investigativa e reconfiguração do Sistema de Justiça&#8221;, o segundo painel foi presidido pelo presidente do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais dos Ministérios Públicos dos Estados e da União (CNPG), Pedro Maia Souza Marques, procurador-geral de Justiça do Estado da Bahia. A mesa contou com a participação do ministro do STJ, Teodoro Silva Santos; do professor de Direito Penal da Universidade de São Paulo (USP), Pierpaolo Bottini; da diretora do Centro de Ciências Jurídicas da Unifor, Juliana Mamede; do coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal (Caocrim) do MP do Ceará, promotor de Justiça André Clark; e do diretor-geral da ESMP do MP do Ceará, promotor de Justiça Eneas Romero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do CNPG, Pedro Maia, frisou que a segurança pública é prioridade do MP brasileiro. “O enfrentamento ao crime organizado é nosso papel fundamental e é um trabalho de organização que necessita de capacitação, inteligência, articulação, interação entre os poderes e, como qualquer política pública que cobra respostas complexas, é preciso investimento”, pontuou. Já o ministro Teodoro Santos analisou a Lei nº 15.358/2026, que instituiu o Marco Legal do Combate ao Crime Organizado no Brasil, e apresentou um panorama das recentes discussões legislativas relacionadas às facções. “Nós temos que combater a criminalidade organizada. Eu tenho absoluta certeza de que esse é o sentimento de todo mundo que está aqui, em especial o Ministério Público, porque é o titular da ação penal por força constitucional”, reforçou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O promotor de Justiça André Clark explanou sobre as alterações na legislação criminal, como reflexo das mudanças sociais, e sobre a necessidade de o Estado estar presente em todo o país. “A Constituição reconhece a vida, liberdade, igualdade, segurança e propriedade no caput do artigo 5º como direitos fundamentais para todos em todo o território nacional. O Estado brasileiro precisa tratar facções criminosas como invasores que buscam impor uma nova lei em um território que não lhes pertence”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor Pierpaolo Bottini, da Universidade de São Paulo, apresentou dados de pesquisa sobre o impacto das facções criminosas, acentuando a importância de conhecer o crime organizado para estabelecer estratégias e medidas de controle. “Levantamento do Ministério da Justiça contabilizou 75 diferentes facções no país, número que aumenta e diminui de maneira dinâmica. A discussão sobre prisão e pena é importante, mas precisamos, entre as unidades da federação, compartilhar dados para termos um sistema mais eficiente, inteligente e eficaz&#8221;, disse. Por fim, a professora Juliana Mamede, da Unifor, destacou que a temática necessita de discussão qualificada para buscar soluções compartilhadas e efetivas. “Estamos debatendo tema instigante e oportuno diante dessa complexidade da criminalidade que está pautando o nosso cotidiano e protagonizando debates em todas as instâncias do Sistema de Justiça e de poder”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento foi uma realização da Administração Superior e da Escola Superior do Ministério Público (ESMP), em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://mpce.mp.br/comunicacao/galerias_mp/criminalidade-organizada-e-sistema-de-justica/">Acesse a galeria de fotos do evento</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>MPCE/Gaeco deflagra operação contra facção criminosa investigada por ataques a provedores de internet em Canindé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lívia Priscilla]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 12:46:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caocrim]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Ceará (MPCE), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), deflagrou, na manhã desta terça-feira (26/05), a operação “Território Livre”, com o objetivo de desarticular o núcleo de uma facção criminosa de origem carioca investigada por ataques a provedores de internet e por ações de expansão [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público do Ceará (MPCE), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), deflagrou, na manhã desta terça-feira (26/05), a operação “Território Livre”, com o objetivo de desarticular o núcleo de uma facção criminosa de origem carioca investigada por ataques a provedores de internet e por ações de expansão territorial em Canindé. A ação contou com apoio da Polícia Civil, bem como do Comando de Policiamento de Rondas de Ações Intensivas e Ostensivas (CPRAIO) e da Companhia de Policiamento com Cães (CPCães), da Polícia Militar do Ceará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No total, quatro pessoas foram presas. Dos 18 mandados judiciais, 14 foram de busca e apreensão e quatro de prisão preventiva, contra alvos localizados em Fortaleza e Canindé. Conforme as investigações conduzidas pelo MPCE, três investigados residem na capital, enquanto os demais vivem no município do interior. Um dos mandados de busca e apreensão foi cumprido em um imóvel localizado em Canindé e que, segundo as apurações, era utilizado pelo grupo para atividades relacionadas ao tráfico de drogas. No local, uma pessoa foi presa em flagrante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação apreendeu aproximadamente 2,2 quilos de crack e 3,1 quilos de cocaína, 30 munições de calibre .38, três balanças de precisão, um facão com lâmina de cerca de 14 centímetros, um aparelho celular com a tela danificada, duas caixas de chumbinho de calibre 5,5 mm, duas carabinas de pressão de calibre 5,5 e dinheiro em espécie. Durante a ação, também foram recolhidas duas câmeras de monitoramento, uma delas com cartão de memória. Conforme apurado, os equipamentos estavam instalados em pontos estratégicos para monitorar a movimentação na área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O material apreendido será submetido à perícia e poderá contribuir para o avanço das investigações, buscando desarticular as atividades da organização criminosa na região. O grupo é suspeito de orquestrar ataques contra provedores de internet usando veículos locados e de promover expansão territorial da facção por meio de ocupações e atos de coação contra moradores.</p>
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