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	<title>Arquivos Facção - MPCE</title>
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		<title>MPCE integra operação nacional contra facções criminosas </title>
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		<pubDate>Thu, 15 Aug 2019 10:49:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Estado do Ceará, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), participa nesta quinta-feira (15/08) de uma operação nacional contra facções criminosas. A ação conjunta foi planejada pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas-GNCOC. As diligências desta quinta-feira estão sendo realizadas simultaneamente pelos estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><span lang="pt-BR"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-57176" src="http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2019/08/Operação-Jericó-e-Al-Qaeda-300x225.jpeg" alt="Operação Jericó e Al Qaeda" width="300" height="225" srcset="https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2019/08/Operação-Jericó-e-Al-Qaeda-300x225.jpeg 300w, https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2019/08/Operação-Jericó-e-Al-Qaeda-768x576.jpeg 768w, https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2019/08/Operação-Jericó-e-Al-Qaeda-1024x768.jpeg 1024w, https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2019/08/Operação-Jericó-e-Al-Qaeda.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O Ministério Público do Estado do Ceará, por meio do </span><span lang="pt-BR">Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), </span><span lang="pt-BR">participa nesta quinta-feira (15/08) de uma operação nacional</span><span lang="pt-BR"> contra facções criminosas. A ação conjunta foi planejada pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas-GNCOC. </span><span lang="pt-BR">As diligências desta quinta-feira estão sendo realizadas simultaneamente pelos estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul, Pernambuco e Rio de Janeiro. Com auxílio de forças policiais, os GAECOs de cada um desses estados cumprem mais de 300 mandados de prisão e de busca e apreensão contra integrantes de grupos criminosos. </span></div>
<div>
<p lang="pt-BR"><span lang="pt-BR">No âmbito do Ceará, </span><span lang="pt-BR">a</span><span lang="pt-BR">s operações foram chamadas de “JERICÓ” e “AL QAEDA”</span><span lang="pt-BR"> e serão cumpridos 35 mandados de prisão e 29 de busca e apreensão nas cidades de Fortaleza, </span><span lang="pt-BR">Independência, Sobral, Juazeiro do Norte, Groaíras, Aquiraz, Maracanaú e Pacatuba.</span><span lang="pt-BR"> Além do GAECO, as promotorias de Justiça de Juazeiro do Norte, Sobral e Independência também estão envolvidas no trabalho. A ação conta com o</span><span lang="pt-BR"> apoio da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social, através das Polícias Civil, Militar</span><span lang="pt-BR">, e d</span><span lang="pt-BR">a </span><span lang="pt-BR">Coordenadoria Integrada de Planejamento Operacional (</span><span lang="pt-BR">Copol</span><span lang="pt-BR">); e da Secretaria de Administração Penitenciária, por meio da Coordenadoria de Inteligência (</span><span lang="pt-BR">Coint</span><span lang="pt-BR">).  </span></p>
</div>
<div>
<p lang="pt-BR"><strong><span lang="pt-BR">Operação Jericó</span> </strong></p>
</div>
<div>
<p lang="pt-BR"><span lang="pt-BR">A “Operação Jericó” teve início a partir de informações fornecidas pela Coordenadoria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, que apontaram a atuação de quatro organizações criminosas no Estado do Ceará, notadamente a facção conhecida como Primeiro Comando da Capital &#8211; PCC. Segundo o documento, o crime organizado no Estado estaria sendo controlado de dentro das unidades penitenciárias. </span></p>
</div>
<div>
<p lang="pt-BR"><span lang="pt-BR">Foi revelada a existência de um complexo esquema criminoso composto, em sua maioria, por membros de posições de comando dentro da facção PCC e por indivíduos a eles relacionados. Apurou-se que entre os meses de novembro de 2018 e fevereiro de 2019, os investigados praticaram uma série de crimes, principalmente tráfico de drogas, associação para o tráfico, comércio irregular de arma de fogo e o planejamento de homicídios e ataques a agentes e a equipamentos públicos, tanto na capital quanto no interior do Estado. Foram identificados 18 suspeitos de participam nesse esquema criminoso.</span></p>
</div>
<div>
<p lang="pt-BR"><strong><span lang="pt-BR">Operação Al Qaeda</span> </strong></p>
</div>
<div>
<p lang="pt-BR"><span lang="pt-BR">A “Operação Al Qaeda” também tem relação com a facção PCC, sendo um desdobramento da “Operação </span><span lang="pt-BR">Saratoga</span><span lang="pt-BR">”, deflagrada também pelo GAECO do MPCE em dezembro de 2017.</span></p>
</div>
<div>
<p lang="pt-BR"><span lang="pt-BR">De acordo com as investigações, o PCC estaria aumentando sua influência aqui no Estado e ampliando consideravelmente o número de “batismos”, com o objetivo de consolidar o comando de todas as unidades prisionais da Região Metropolitana de Fortaleza, e ampliar a atuação tanto dentro quanto fora dos presídios. </span></p>
</div>
<div>
<p lang="pt-BR"><span lang="pt-BR">Diante de tais informações, o GAECO do MPCE empreendeu diversas diligências e conseguiu desvendar um extenso esquema criminoso. De acordo com o apurado, entre os meses de maio de 2015 a julho de 2016, a facção praticou uma série de crimes, como tráfico de drogas, homicídios, ameaças e ataques a agentes e equipamentos públicos. </span></p>
</div>
<div>
<p lang="pt-BR"><span lang="pt-BR">O bando contava com uma vasta rede de comparsas que atuavam como gerentes das “bocas” de tráfico, como “correrias” (pessoa que vende droga e repassa informações) e como “laranjas”, que forneciam suas contas bancárias para a movimentação do dinheiro escuso. Os envolvidos também realizavam ameaças e roubo de veículos para levantar fundos para os negócios ilícitos. </span><span lang="pt-BR">Também</span><span lang="pt-BR"> foram utilizados cooperados para a combinação de ataques a ônibus e a delegacias de polícia, inclusive com a possibilidade de morte de policiais. Ao todo foram identificados 17 indivíduos que participavam ativamente desse esquema criminoso, cada um com função específica e bem delineada dentro da organização.</span></p>
</div>
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