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	<title>Arquivos peculato - MPCE</title>
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	<title>Arquivos peculato - MPCE</title>
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		<title>MPCE ajuíza ações contra vereador e secretário de Infraestrutura de Banabuiú por desvio de recursos públicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2018 22:17:02 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-37176" src="http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2017/12/novalogompce-2-300x171.jpg" alt="novalogompce" width="300" height="171" srcset="https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2017/12/novalogompce-2-300x171.jpg 300w, https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2017/12/novalogompce-2.jpg 567w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da Promotoria de Justiça da Comarca Vinculada de Banabuiú, ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa e denúncia por crime de peculato contra o vereador do Município Carlos de Paula Rabelo, conhecido como Carlão, o secretário de Infraestrutura do Município de Banabuiú, Gebson Euller Lopes Colares, e o vaqueiro Josias Maia Nobre.</p>
<p style="text-align: justify;">As ações foram propostas depois que a esposa de Josias, Maria Joyce Monteiro da Silva, procurou a Delegacia Municipal para informar que o marido estaria sendo utilizado em um esquema para desvio de recursos públicos. De acordo com Maria Joyce, depois de ter o benefício do Bolsa Família cancelado, ela descobriu que Josias tinha sido contratado pela Prefeitura para exercer a função de gari, mas “as pessoas ouvidas durante a instrução do inquérito policial afirmaram de forma categórica que Josias jamais trabalhou como gari da Prefeitura”. Além disso, “o livro de ponto dos garis apreendido pela Polícia Civil revela a total ausência de assinatura do sr. Josias”, informa o promotor de Justiça que está respondendo pela Comarca Vinculada de Banabuiú, Marcelo Cochrane.</p>
<p style="text-align: justify;">“A noticiante informou que quando peguntou ao seu esposo acerca do fato, este a informou que Carlão havia pedido os documentos pessoais de Josias para receber um dinheiro da Prefeitura, narrando ainda que tinha aberto uma conta e que já havia recebido um pagamento relativo ao mês de maio, mas que Carlos de Paula Rabelo, ‘Carlão’, acompanhou Josias ao banco quando este foi sacar o dinheiro. Segundo relatou Josias à sua companheira, Maria Joyce, Carlos de Paula Rabelo, ‘Carlão’ havia repassado para Josias somente a quantia de R$ 300,00, ficando o vereador com o restante do valor, num total de R$ 593,11, apropriando-se para si dos recursos públicos do município de Banabuiú, pagos a título de remuneração pela suposta atividade de gari desempenhada pelo Josias”, detalha o membro do MPCE nas petições.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os planos do vereador seria manter essa sistemática de ficar com parte da remuneração de Josias – que, ressalte-se, a receberia sem trabalhar – até o fim de seu mandato, por mais três e meio. Graças a esta denúncia e pronta ação da Polícia Civil e do Ministério Público, foi possível evitar um maior dano ao erário do Município”, destaca Marcelo Cochrane.</p>
<p style="text-align: justify;">Devido aos fatos, o MPCE protocolou, ainda, na Câmara Municipal de Banabuiú, representação pela abertura de processo de cassação do mandato do vereador Carlão e remeteu ofício à Procuradoria dos Crimes contra a Administração Pública (PROCAP), para que seja apurado possível crime de favorecimento pessoal praticado pelo prefeito de Banabuiú, Francisco Hermes Nobre, conhecido como Edinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Na denúncia, o promotor de Justiça requer a condenação de Carlão, Gebson Euller Lopes Colares e Josias Maia Nobre por crime de peculato e à reparação de danos ao erário de Banabuiú, além da suspensão do exercício de função pública a Carlão e Gebson, impondo ainda a proibição de acesso deles ou frequência às sedes da Prefeitura Municipal e da Câmara Municipal bem como a todos os órgãos da administração pública municipal.</p>
<p style="text-align: justify;">Na ação civil pública, também é requerido o afastamento de Carlão e Gebson dos cargos e funções públicas que ocupem no município de Banabuiú, mas pelo prazo inicial de 180 dias. Além disso, é requisitada a indisponibilidade de bens dos promovidos nos valores respectivamente desviados, somando-se ao valor desviado R$ 968,07 aquele correspondente à penalidade de multa civil e a condenação deles pelos atos de improbidade administrativa com ressarcimento integral do dano; perda da função pública; suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa civil; proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios; perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio dos denunciados. Por fim, o promotor de Justiça solicita ainda condenação por dano moral coletivo dos promovidos em R$ 30.000,00.</p>
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		<title>Filho de ex-prefeito de Itarema é preso preventivamente acusado de envolvimento em fraudes em licitações de transporte escolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 22:31:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Decisão Judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2017/07/martelada_-1.png" rel="attachment wp-att-31781"><img decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-31781" src="http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2017/07/martelada_-1-300x200.png" alt="martelada_" width="300" height="200" srcset="https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2017/07/martelada_-1-300x200.png 300w, https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2017/07/martelada_-1.png 567w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>A Polícia Civil de Itarema cumpriu, nesta quarta-feira (26/07), mandado de prisão preventiva contra Pedro Felipe Monteiro, filho do ex-prefeito de Itarema, Benedito Monteiro dos Santos Filho. Pedro Felipe é réu em ação penal promovida pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) perante o juízo de Itarema, que abrange os crimes de organização criminosa, dispensa ilegal de procedimento licitatório, fraude à licitação, peculato e lavagem de dinheiro. A ação penal decorre da Operação Carroça do MPCE, que investigou a prática dos crimes envolvendo os serviços de transporte escolar no município de Itarema nos anos de 2013 a 2015.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dele, a juíza Kathleen Nicola Kilian decretou também a prisão preventiva de Pedro Max Monteiro, que é filho de Benedito Monteiro e irmão de Pedro Felipe, e do advogado Carlos Eduardo Melo da Escóssia, mas os mandados de prisão deles ainda não foram cumpridos. Pedro Max Monteiro, que se encontrava em Fortaleza, deverá se apresentar na próxima quinta-feira (27/07) à Polícia da capital cearense. Carlos Eduardo Melo da Escóssia não foi encontrado para cumprimento do mandado. Ele não pode ser considerado foragido, uma vez que não houve, por enquanto, notificação a respeito do mandado de prisão do advogado. Na próxima quinta-feira (27/07), a Polícia continuará realizado diligências para cumprimento da medida.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão da magistrada atende a pedido do MPCE que, através da Promotoria de Justiça da Comarca de Itarema, em atuação conjunta com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), complementou as denúncias presentes na ação penal original contra Pedro Felipe Monteiro e empresários envolvidos com a fraude. Foram, assim, denunciados também o ex-prefeito de Itarema, Benedito Monteiro dos Santos Filho, seu filho, Pedro Max Monteiro, o ex-vice prefeito de Itarema, José Ivaldo Bleasby Freires, e o advogado Carlos Eduardo Melo da Escóssia, apontado como integrante do Núcleo empresarial envolvido com os crimes investigados na Operação Carroça, deflagrada em 04 de agosto de 2015.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Colaboração premiada</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As novas denúncias apresentadas na ação são resultado de colaboração premiada firmada perante o Ministério Público e devidamente homologada pela Justiça. A partir dela, contatou-se que o núcleo administrativo do esquema fraudulento, envolvendo Pedro Felipe Monteiro, recebia, a título de propina, R$ 20.000 por mês, decorrentes dos contratos de transporte escolar.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi apurado, ainda, que Pedro Felipe Monteiro era a pessoa que de fato exercia a chefia do Poder Executivo de Itarema, apesar de não possuir cargo no início da administração municipal em 2013, quando o esquema foi montado. Pedro Felipe, em conjunto com Pedro Max Monteiro, que é ex-secretário Municipal de Administração e Finanças, estariam entre os principais responsáveis pela atuação da organização criminosa no município.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Operação Carroça</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com as informações colhidas na Operação Carroça, no início de 2013, foi montado um esquema fraudulento formado por servidores públicos municipais e empresários, iniciado com procedimentos fraudulentos de dispensa de licitações destinados à contratação de serviços de transporte escolar sob a responsabilidade da Secretaria de Educação de Itarema.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda no início das investigações, foi constatado que os reais prestadores de serviços de transporte escolar eram pessoas vinculadas ao grupo político dominante no município e que não possuíam qualquer vinculação com as empresas que eram formalmente contratadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Especificamente no município de Itarema, nos anos de 2013 a 2015, o esquema criminoso propiciou a prestação de serviços de transporte escolar de forma totalmente deficitária, subcontratando 100% do objeto licitatório contratado, sendo o serviço prestado através de veículos visivelmente deteriorados e sem a menor condição de transportar alunos, o que, inclusive, colocava em risco as vidas dos estudantes.</p>
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		<title>Réu do caso &#8220;Aonde É&#8221; confessa crime e reafirma denúncia em audiência de interrogatório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2016 20:41:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[aonde é]]></category>
		<category><![CDATA[chefe de gabinete]]></category>
		<category><![CDATA[confissão]]></category>
		<category><![CDATA[peculato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Teve início na quarta-feira (27/07), na 18ª Vara Criminal, a audiência de interrogatório dos envolvidos no caso do ex-vereador da Câmara Municipal de Fortaleza, Antônio Farias de Souza, também conhecido como &#8220;Aonde É&#8221;. O réu Claudemir da Silva Veras, que foi chefe de gabinete do então parlamentar, confessou a prática do crime de peculato, conforme [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mpce.mp.br/reu-do-caso-aonde-e-confessa-crime-e-reafirma-denuncia-em-audiencia-de-interrogatorio/">Réu do caso &#8220;Aonde É&#8221; confessa crime e reafirma denúncia em audiência de interrogatório</a> apareceu primeiro em <a href="https://mpce.mp.br">MPCE</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2016/07/novalogompce.jpg" rel="attachment wp-att-15851"><img decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-15851" src="http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2016/07/novalogompce-300x171.jpg" alt="Logomarca do MPCE" width="300" height="171" /></a>Teve início na quarta-feira (27/07), na 18ª Vara Criminal, a audiência de interrogatório dos envolvidos no caso do ex-vereador da Câmara Municipal de Fortaleza, Antônio Farias de Souza, também conhecido como &#8220;Aonde É&#8221;. O réu Claudemir da Silva Veras, que foi chefe de gabinete do então parlamentar, confessou a prática do crime de peculato, conforme narrado na denúncia do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), e confirmou que o dinheiro desviado da remuneração de assessores parlamentares era sacado por ele e depois repassado a Antônio Farias.</p>
<p style="text-align: justify;">A instrução do processo ocorre desde o dia 18 deste mês e, segundo o titular da 18ª Promotoria de Justiça Criminal, promotor de Justiça Marcus Amorim, foram ouvidas quase 30 testemunhas. &#8220;Não somente Claudemir confessou a prática do crime, como também parentes dele admitiram que nunca trabalharam no gabinete de Antônio Farias, embora figurassem como assessores parlamentares&#8221;, afirmou o promotor. E acrescentou: &#8220;Ao ser interrogado, Antonio Farias negou a acusação e insinuou que Claudemir gerenciava sozinho o esquema&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao questionamento da defesa do réu &#8220;Aonde É&#8221;, a respeito da legalidade da colaboração premiada de Juarez Freitas de Souza, o promotor de Justiça Marcus Amorim reitera que o procedimento foi totalmente regular, tendo o colaborador sido assistido pela Defensoria Pública e o acordo sido homologado pelo Juízo da 18ª Vara Criminal.</p>
<p style="text-align: justify;">A ação criminal contra o vereador &#8220;Aonde É&#8221; surgiu após uma série de apurações realizadas inicialmente pela Procuradoria dos Crimes contra a Administração Pública (PROCAP) referentes à suposta compra de apoio parlamentar em troca de emendas, ainda na gestão da ex-prefeita Luizianne Lins. Mas, depois de algumas diligências e medidas judiciais, por não se tratar de autoridade com foro privilegiado, o caso envolvendo especificamente o ex-parlamentar Antônio Farias, referente ao desvio de remuneração de &#8220;assessores fantasmas&#8221;, foi desmembrado da investigação original e repassado para a 18ª Promotoria de Justiça Criminal.</p>
<p>O post <a href="https://mpce.mp.br/reu-do-caso-aonde-e-confessa-crime-e-reafirma-denuncia-em-audiencia-de-interrogatorio/">Réu do caso &#8220;Aonde É&#8221; confessa crime e reafirma denúncia em audiência de interrogatório</a> apareceu primeiro em <a href="https://mpce.mp.br">MPCE</a>.</p>
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