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	<title>Arquivos Promotoria de Justiça da Infância e Juventude - MPCE</title>
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	<title>Arquivos Promotoria de Justiça da Infância e Juventude - MPCE</title>
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		<title>MPCE requer a responsabilização de gestores municipais por ineficiência das políticas públicas referentes a crianças e adolescentes em situação de rua</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Aug 2018 17:31:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da 6ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude, ajuizou Ação Civil Pública (ACP) por ato de improbidade administrativa contra gestores da Prefeitura Municipal de Fortaleza por ineficiência das políticas públicas referentes a crianças e adolescentes em situação de rua. Segundo o promotor de Justiça [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-44609" src="http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2018/08/01.08.18.Criança.rua_.s-300x171.jpg" alt="01.08.18.Criança.rua.s" width="300" height="171" srcset="https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2018/08/01.08.18.Criança.rua_.s-300x171.jpg 300w, https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2018/08/01.08.18.Criança.rua_.s.jpg 556w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da 6ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude, ajuizou Ação Civil Pública (ACP) por ato de improbidade administrativa contra gestores da Prefeitura Municipal de Fortaleza por ineficiência das políticas públicas referentes a crianças e adolescentes em situação de rua.</p>
<p>Segundo o promotor de Justiça Luciano Tonet, os casos de crianças e adolescentes em situação de rua se enquadram em um dos mais graves problemas relacionados à infância e à juventude na cidade de Fortaleza com frequente divulgação de notícias, principalmente na mídia local, de fatos que envolvem infantes em situação de rua e mendicância atuando como pedintes e/ou vivendo nas ruas, praças, sinais de trânsito e outros logradouros públicos. Para o promotor, essas circunstâncias se agravam pela inércia, omissão, descaso e ineficiência do poder público municipal.</p>
<p>Desde 2015, essa situação é averiguada pela 6ª Promotoria de Infância e Juventude, quando foi instaurado o primeiro procedimento sobre a situação de rua de crianças e adolescentes na Avenida Beira Mar. O promotor ressalta que, no decorrer dos anos, a quantidade de denúncias nesse sentido aumentou consideravelmente, e, dia a dia, observa-se o aumento de casos e de denúncias de infantes morando nas ruas e/ou em situação de trabalho infantil em diversos lugares da cidade, expostos ao uso de drogas, frio, fome e desamparo de condições básicas de sobrevivência, o que os coloca em situação de alta vulnerabilidade.</p>
<p>Conforme apurado pela 6ª Promotoria de Justiça, apenas um programa denominado Ponte de Encontro realiza, por meio de busca ativa, atendimento e acompanhamento especializado de crianças e adolescentes em situação de rua. As abordagens são feitas essencialmente no Centro de Fortaleza e por intermédio de ações em datas festivas ou em grandes eventos. O programa é vinculado à Fundação da Criança e da Família Cidadã (FUNCI) e à Secretaria Municipal dos Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SDHDS). No entanto, o promotor enfatiza que o Programa Ponte de Encontro precisa ser aprimorado, principalmente em relação à estrutura física e à quantidade e à capacitação dos funcionários, considerando que há apenas 13 educadores sociais para atender toda a demanda da cidade de Fortaleza.</p>
<p>O promotor reforça ainda a constante falta de repasse mínimo nos investimentos. Em 2017, por exemplo, a previsão orçamentária era de R$ 8.729.000,00, contudo foi executado apenas R$ 8.000,00 do valor destinado ao atendimento de crianças e adolescentes em situação de rua, por meio do Programa Ponte de Encontro, o que não corresponde a 0,1%. Enquanto isso, o investimento destinado à propaganda institucional executado em 2017 foi de R$ 32.981.060,44, correspondente a 124,91% do valor previsto no Orçamento Público inicial. Para o promotor, isso evidencia que, mesmo com o aumento do número de casos e da demanda reprimida, o poder público municipal permanece negligente à prevenção e ao atendimento eficaz de crianças e adolescentes em situação de rua.</p>
<p>O MPCE requer, assim, a condenação do prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio Rodrigues Bezerra, do secretário municipal dos Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, Elpídio Nogueira Moreira, e da presidente da Fundação da Criança e da Família Cidadã, Tânia de Fátima Gurgel Nobre, para recomposição dos valores constantes no orçamento do Programa Ponte de Encontro, e não aplicados desde o primeiro mandato da gestão atual, com ressarcimento integral do dano causado, bem como perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e pagamento de multa civil.</p>
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		<title>MPCE monitora suporte socioassistencial oferecido às famílias envolvidas na chacina de Cajazeiras</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Feb 2018 13:31:45 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-38059" src="http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2018/02/31.01.18.Infância.Cajazeiras-300x171.jpg" alt="31.01.18.Infância.Cajazeiras" width="300" height="171" srcset="https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2018/02/31.01.18.Infância.Cajazeiras-300x171.jpg 300w, https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2018/02/31.01.18.Infância.Cajazeiras.jpg 741w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da equipe técnica do Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude (CAOPIJ) e da 6ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude, participou na última quarta-feira (31/01) de uma reunião para traçar novas estratégias de atendimento às famílias das vítimas da chacina ocorrida na noite do último sábado (27/01), no bairro Cajazeiras, bem como avaliar os atendimentos já realizados pelas equipes do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) do município de Fortaleza.</p>
<p style="text-align: justify;">Na oportunidade, foram relatadas algumas deficiências e necessidades dos equipamentos de Creas e Cras situados na cidade de Fortaleza. Essa foi a terceira reunião da semana, cujo objetivo é oferecer o melhor suporte socioassistencial possível às famílias, não somente desta chacina ocorrida, mas também visando outras vítimas de crimes violentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde o ocorrido em Cajazeiras, o MPCE engajou-se às forças de segurança do Estado para identificar e punir os responsáveis. Além disso, montou força-tarefa interna para dar absoluta prioridade na atuação das Promotorias de Justiça da Infância e Juventude, Saúde Pública, Defesa do Idoso, dentre outras áreas como proteção à mulher, nas comunidades de Fortaleza mais afetadas por facções criminosas.</p>
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		<title>MPCE realiza capacitação do Projeto Promotores Acadêmicos da Infância</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Aug 2017 19:14:25 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2017/08/11082017-Promotores-da-Infancia.png" rel="attachment wp-att-32443"><img decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-32443" src="http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2017/08/11082017-Promotores-da-Infancia-300x171.png" alt="11082017-Promotores-da-Infancia" width="300" height="171" srcset="https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2017/08/11082017-Promotores-da-Infancia-300x171.png 300w, https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2017/08/11082017-Promotores-da-Infancia.png 741w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Ao longo desta sexta-feira (11/08), o Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) realizou capacitação com os 36 profissionais inscritos no projeto Promotores Acadêmicos da Infância. O grupo se reuniu no auditório do prédio dos Centros de Apoio Operacional do MPCE com o promotor de Justiça Dairton Oliveira, titular da 2ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude. O projeto envolve voluntários das áreas de Psicologia, Serviço Social, Pedagogia e Ciências Jurídicas e Sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">A capacitação será fundamental para a seleção dos candidatos que atuarão na primeira etapa do projeto, que envolve ações de destituição do poder familiar exercido pelos pais de crianças e adolescentes que estejam acolhidos institucionalmente. A primeira frente de trabalho do projeto começará no dia 11 de setembro. Os demais candidatos farão parte de um cadastro de reserva e serão selecionados para as etapas futuras do projeto, a serem iniciadas ainda neste ano de 2017.</p>
<p style="text-align: justify;">A posse dos Promotores Acadêmicos da Infância acontecerá no dia 8 de setembro, às 9h, na sede da Procuradoria Geral de Justiça. Estarão presentes o procurador-geral de Justiça Plácido Rios, os promotores de Justiça Hugo Mendonça e Dairton Oliveira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o projeto Acadêmicos da Infância</strong><br />
O serviço voluntário prestado pelos Promotores Acadêmicos da Infância ao MPCE será realizado de forma espontânea, não remunerada e sem vínculo empregatício. Eles atuarão no projeto de seis meses a dois anos, com carga horária semanal de quatro a oito horas, conforme disponibilidade de cada voluntário.</p>
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		<title>Projeto “CNA Forte, Adoção Segura” sensibiliza população de Paracuru</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Aug 2017 11:05:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Promotoria de Justiça da Infância e Juventude da Comarca de Paracuru, em parceria com o Centro de Apoio Operacional da Infância e da Juventude (CAOPIJ), do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), realizou na manhã de sexta-feira (28/07) mais uma audiência pública do projeto “CNA Forte, Adoção Segura” no município de Paracuru, na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2017/08/28.07.17.CNA_.PARACURU.jpg" rel="attachment wp-att-32020"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-32020" src="http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2017/08/28.07.17.CNA_.PARACURU-300x171.jpg" alt="28.07.17.CNA.PARACURU" width="300" height="171" srcset="https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2017/08/28.07.17.CNA_.PARACURU-300x171.jpg 300w, https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2017/08/28.07.17.CNA_.PARACURU.jpg 741w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>A Promotoria de Justiça da Infância e Juventude da Comarca de Paracuru, em parceria com o Centro de Apoio Operacional da Infância e da Juventude (CAOPIJ), do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), realizou na manhã de sexta-feira (28/07) mais uma audiência pública do projeto “CNA Forte, Adoção Segura” no município de Paracuru, na Região do Litoral Oeste, com o objetivo de sensibilizar os moradores sobre a importância do respeito ao Cadastro Nacional de Adoção (CNA).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o coordenador do Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude (CAOPIJ), Hugo Mendonça, o Cadastro Nacional de Adoção foi apresentado e, em seguida, discutida a implantação com efetividade na comarca de Paracuru. Na ocasião, foram tratados assuntos dentro do tema de adoção, tais como o cadastro municipal de adotantes, o procedimento para entrega de criança recém-nascida pelos pais que não quiserem se responsabilizar pela sua criação etc. Além disso, foi distribuído material informativo sobre o tema.</p>
<p style="text-align: justify;">Estavam presentes na reunião representantes da Secretarias Municipais de Saúde e de Ação Social, do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), do Centro de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS), conselheiros tutelares e demais integrantes da rede socioassistencial do município.</p>
<p style="text-align: justify;">Em agosto, as audiências públicas sobre o projeto CNA acontecerão em Groaíras, no dia 21, e em Crateús, no dia 22. Para setembro, está previsto o agendamento de audiências nas comarcas do Vale do Jaguaribe (Russas, Limoeiro e Aracati) e da Região Metropolitana de Fortaleza (Maranguape, Maracanaú, Caucaia).</p>
<p style="text-align: justify;">O CNA é um sistema que garante a segurança da criança e do adolescente a ser adotado. Nele são inseridos os pretendentes para adoção que somente são cadastrados depois de participarem de curso psicossocial e jurídico, serem entrevistados e avaliados pela equipe técnica do Juizado da Infância e da Juventude e terem o processo analisado por um juiz e por um promotor de Justiça, que fazem avaliação para saber se o candidato está apto a adotar.</p>
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