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	<title>Arquivos visitas - MPCE</title>
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		<title>Em um mês, MPCE encaminha 43 denúncias de calçadas inacessíveis para Agefis</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2019 18:56:47 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_51241" aria-describedby="caption-attachment-51241" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-51241" src="http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2019/02/calçada-2-300x170.jpg" alt="Calçada irregular no bairro Mondumbim" width="300" height="170" srcset="https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2019/02/calçada-2-300x170.jpg 300w, https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2019/02/calçada-2-768x435.jpg 768w, https://mpce.mp.br/wp-content/uploads/2019/02/calçada-2.jpg 836w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-51241" class="wp-caption-text">Calçada irregular no bairro Mondubim</figcaption></figure>
<p>Lançada há pouco mais de um mês pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), a página no Facebook “<a href="https://www.facebook.com/calcadaparatodos/" target="_blank">Calçada para todos</a>” já recebeu 5.332 visitas e 197 pessoas entraram em contato (entre comentários e mensagens in box), o que resultou no encaminhamento, pelo MPCE, de 43 denúncias de calçadas de diversos bairros da capital cearense em que não há acessibilidade para a Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis). A página foi um dos resultados de audiência pública promovida em defesa da acessibilidade como direito humano, no último dia 17 de janeiro, uma iniciativa da 16ª e da 19ª Promotorias de Justiça de Fortaleza e Centros de Apoio Operacional da Cidadania (CAOCidadania) e do Meio Ambiente (CAOMACE) do MPCE. Na ocasião, foi discutida a política de calçadas em Fortaleza.</p>
<p>Além das denúncias, houve encaminhamento para que Agefis fiscalizasse os principais corredores em cronograma detalhado de visitas entre janeiro e agosto deste ano. Para o responsável pelo registro das denúncias junto à Agência, o titular da 19ª Promotoria de Justiça de Fortaleza, Eneas Romero, neste curto período de existência da página, foi possível perceber que a fiscalização das calçadas é insuficiente e que a situação penaliza especialmente a população mais vulnerável como pessoas com deficiência, idosos, mulheres grávidas e pessoas com filhos pequenos.</p>
<p>“Infelizmente, a inacessibilidade das calçadas em Fortaleza é generalizada e já constatamos situação em todos os bairros, seja na parte mais rica e desenvolvida seja na parte mais pobre. A população que não possui veículo automotor, porém, é muito mais penalizada já que tem que muitas vezes andar na rua em face da ausência de calçada ou da ocupação delas por veículos. A página do Facebook é um canal de comunicação mais rápido com a população, mas as denúncias também podem ser feitas diretamente à Agefis”, explica o promotor de Justiça.</p>
<p>Ele informa que entre as denúncias enviadas à Agência, há algumas muitos graves. “Há casos até de pessoas que transformaram as calçadas em parte da sua casa ou construíram o muro em cima da calçada, deixando os pedestres no meio da rua. É o que ocorre, por exemplo, ao lado do Ginásio Paulo Sarasate e também na Rua Major Facundo, segundo informações recebidas na fanpage”, ilustra. Outra situação denunciada na página ocorre na Avenida Antônio Sales, quase toda tomada por estacionamentos no lugar das calçadas desde o início da via. “Em outro caso, uma pessoa resolveu fazer da calçada o seu jardim, ocupando completamente o espaço. Transformar as calçadas em estacionamento também é algo corriqueiro e ilegal”, alerta Eneas Romero. De acordo com o promotor de Justiça, alguns casos denunciados já foram resolvidos, mas outros ainda aguardam fiscalização e obras por parte dos proprietários dos imóveis.</p>
<p>Ele lembra que, atualmente, algumas iniciativas estão em andamento na tentativa de garantir a acessibilidade, mas, segundo o membro do MPCE, elas ainda são insuficientes e tímidas. “A página é um canal entre o Ministério Público e a população para tentar mudar essa realidade. Para isso, necessitamos do engajamento da sociedade civil e do Município, transformando Fortaleza em uma cidade para todos, com calçada para todos”, ressalta.</p>
<p><strong>Como denunciar</strong><br />
Para registrar uma denúncia, basta enviar para a página “<a href="https://www.facebook.com/calcadaparatodos/" target="_blank">Calçadas para todos</a>”, no Facebook, foto do local, informando a rua, número, bairro e ponto de referência. As informações detalhadas são fundamentais para a devida localização requerida no sistema da Agefis.</p>
<p><strong><a href="https://www.facebook.com/calcadaparatodos/" target="_blank">Conheça a página “Calçada para todos”</a></strong></p>
<p>Para denunciar diretamente na Agefis, clique <strong><a href="https://denuncia.agefis.fortaleza.ce.gov.br/#/" target="_blank">aqui</a></strong></p>
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		<title>Decon Viajante vai a cinco municípios de três regiões nesta semana</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jun 2018 20:03:35 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-40203" src="http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2018/04/DECON-Viajante-em-Redenção-10-300x225-300x225.jpg" alt="DECON-Viajante-em-Redenção-10-300x225" width="300" height="225" />O atendimento especializado que Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) oferece através do projeto Decon Viajante, do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Decon), será disponibilizado a moradores de Lavras da Mangabeira, Cedro, Orós, Icó e Jaguaribe nos dias 18, 19, 20, 21 e 22 de junho, respectivamente.</p>
<p>Nesses dias, sempre de 8 às 14 horas, os cidadãos desses municípios poderão, ao procurar o veículo do projeto, registrar reclamações contra fornecedores de produtos e serviços e poderão tirar dúvidas sobre seus direitos nas relações de consumo. Para isso, devem levar documentos que comprovem o relacionamento com a empresa reclamada, como contratos, recibos de compras, notas fiscais, números de protocolo de atendimento, dentre outras formas de registro da relação de consumo e de negociações realizadas.</p>
<p>Além disso, quem procurar atendimento pode, ainda, solicitar a emissão de documentos, como RG e CPF, serviço que é oferecido em parceria com a Secretaria da Justiça e Cidadania do Ceará (Sejus).</p>
<p>As visitas realizadas pelo Decon Viajante promovem tanto a atuação do Decon em cidades onde não há órgão de defesa do consumidor, como fiscalizações em estabelecimentos comerciais para verificar o cumprimento do Código de Defesa do Consumidor (CDC) e de legislações específicas das atividades comerciais desenvolvidas pelas empresas.</p>
<p><strong>Programação do DECON Viajante:</strong><br />
<strong>18/06 –</strong> Lavras da Mangabeira, na Praça da Matriz.<br />
<strong>19/06 –</strong> Cedro, Praça da Matriz.<br />
<strong>20/06 –</strong> Orós, na Praça Anastácio Maia (Praça da Prefeitura).<br />
<strong>21/06 –</strong> Icó, na Praça da Igreja de São José.<br />
<strong>22/06 –</strong> Jaguaribe, Praça do Banco do Nordeste.</p>
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		<title>MPCE requer demissão de agentes penitenciários envolvidos com movimento grevista de maio de 2016</title>
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		<pubDate>Thu, 04 May 2017 21:41:26 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2017/04/novalogompce.jpg" rel="attachment wp-att-27427"><img decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-27427" src="http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2017/04/novalogompce-300x171.jpg" alt="logomarca MPCE" width="300" height="171" /></a>O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), através da 2ª Promotoria de Justiça Cível e de Defesa do Patrimônio Público, ajuizou, nesta quinta-feira (04/05), Ação Civil Pública (ACP) por ato de improbidade administrativa contra o presidente do Sindicato dos Agentes e Servidores Públicos do Sistema Penitenciário do Estado do Ceará, Valdemiro Barbosa Lima Júnior, e outros nove agentes penitenciários que provocaram, entre os dias 20 e 23 de maio de 2016, movimento grevista que resultou na morte de 18 presos e depredação de diversas unidades penitenciárias devido a rebeliões dos internos que foram impedidos de receber visitas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na petição inicial, o promotor de Justiça de Defesa do Patrimônio Público, Ricardo Rocha, requer a intimação do Estado do Ceará para participar da ação como litisconsorte ativo, principalmente para informar o valor do prejuízo que as unidades sofreram, para que ele possa ser ressarcido pelos agentes processados. Para garantir o ressarcimento ao erário, é requerida, de forma liminar, a indisponibilidade dos bens de todos os promovidos. Outra medida liminar solicitada é o imediato afastamento do cargo de todos os agentes processados, que, se continuarem em suas funções, poderão dificultar os trabalhos de investigação e a própria instrução do processo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos pedidos da petição, o promotor de Justiça requer que, ao final do processo, sejam aplicadas as penalidades da Lei de Improbidade Administrativa como o ressarcimento integral do dano, a perda da função pública, a suspensão dos direitos políticos, o pagamento de multa e a impossibilidade de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário. Além de Valdomiro Barbosa, são réus na ACP Natanael Eduardo de Andrade Lima, Bentimilo de Oliveira Pedrosa, Luiz Carlos de Souza Lima, Carlos Eduardo de Brito, Daniel Mendes Almeida, Francisco Alex de Araújo, Joélia Silveira Lins, Márcia Lorena Barroso Pinheiro, Thomas Jefferson Rodrigues Alves.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de já terem sido processados por crimes como apropriação indébita, desobediência à ordem judicial, exercer função de que foi privado por ação judicial, tudo por interesse pessoal, o MPCE também acionou judicialmente os responsáveis pelo dano ao patrimônio público. “No caso sob análise, os réus, agentes públicos estaduais agindo em conluio promoveram incitação de detentos do sistema prisional, possibilitaram a livre movimentação dos detentos nos estabelecimentos prisionais e ainda se omitiram no cumprimento de diversas das suas funções, levando o estado e seu sistema penitenciário a um verdadeiro caos, o que malferiu especialmente os princípios da legalidade, moralidade e da eficiência”, pontuou Ricardo Rocha na peça.</p>
<p style="text-align: justify;">Na exposição dos fatos, o membro do MPCE relata que, na tarde do dia 21 de maio de 2016, uma onda de rebeliões simultâneas nas Casas de Privação Provisória de Liberdade (CPPLs), no Centro de Triagem de Presos e no Instituto Penal Feminino Auri Moura Costa, resultou na morte de pelo menos 18 pessoas, na fuga maciça de presos, bem como na destruição da infraestrutura dos estabelecimentos penais, causando dano relevante ao patrimônio público. As rebeliões foram resultado da suspensão, pelo movimento grevista, das visitas “algo sagrado na massa carcerária”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os agentes ora promovidos, atuando tanto intramuros como extramuros, impediram a entrada de Policiais Militares, deslocados com o fito de se dirigir até os estabelecimentos prisionais para permitir a visita aos detentos, bem como incitando motim com informações inverídicas e falsas de que não haveria visita, aos familiares, fato este que ao chegar ao conhecimento da população carcerária causou revolta e por corolário desordem e destruição da infraestrutura do sistema carcerário. Tudo isto planejada pelos promovidos”, argumenta Ricardo Rocha.</p>
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