Sobre os Formulários de Diagnóstico

Os Formulários de Diagnóstico integram a Etapa 1 – Levantamento de Informações e Diagnóstico do processo de elaboração do Plano Geral de Atuação (PGA) 2026–2027 do Ministério Público do Estado do Ceará.

Esses instrumentos têm por finalidade:

  • Mapear a realidade da atuação ministerial nos territórios, a partir da experiência das Promotorias;
  • Identificar capacidades institucionais, lacunas, gargalos, riscos e oportunidades;
  • Subsidiar decisões estratégicas da Administração Superior e dos Centros e Núcleos de Apoio;
  • Orientar a formulação de programas, projetos, fluxos, kits de atuação e ações indutoras;
  • Qualificar o planejamento institucional, com base em evidências.

Importante: os formulários não possuem caráter avaliativo ou correicional. As respostas não serão utilizadas para aferição de desempenho individual, destinando-se exclusivamente ao planejamento, apoio institucional e aprimoramento da atuação ministerial.

Quem deve responder

Devem responder aos formulários:

  • Membros com atribuição direta na respectiva área temática;
  • Membros sem atribuição direta, por meio de campos específicos para contribuições transversais.

Os formulários utilizam lógica de ramificação, de modo que:

  • quem atua diretamente responde ao diagnóstico técnico completo;
  • quem não atua diretamente contribui por meio de seção própria, igualmente relevante para o diagnóstico.
Como responder às perguntas

Os formulários possuem abordagem técnica e diagnóstica, com três tipos principais de questões:

1. Perguntas de classificação (escala) Avaliam níveis de maturidade, integração, efetividade ou risco. Considere a realidade predominante da comarca, e não casos isolados.

2. Perguntas objetivas (opção única ou múltipla) – Identificam existência de fluxos, instrumentos, articulação e políticas. Responda com base na prática efetiva e utilize “parcialmente” quando a implementação não for plena.

3. Perguntas qualitativas (campos abertos) – Permitem compreender o contexto local.

Seja objetivo e analítico, indicando, sempre que possível:

  • Causas dos problemas;
  • Impactos observados;
  • Limitações estruturais;
  • Oportunidades de melhoria.
Foco esperado das respostas

Ao responder, priorize:

  • Análise institucional, e não apenas relatos de casos;
  • Problemas estruturais e recorrentes;
  • Articulação intersetorial e funcionamento da rede, quando aplicável;
  • Capacidade instalada do território (serviços, equipamentos, fluxos);
  • Riscos institucionais e sociais, caso não haja intervenção estratégica.

Pergunta-guia:
Se essa realidade permanecer como está, quais impactos negativos isso gera para a política pública, para as vítimas e para a atuação do Ministério Público?

Uso das informações prestadas

As informações coletadas subsidiarão:

  • A elaboração do PGA 2026–2027;
  • A definição de prioridades temáticas e territoriais;
  • A estruturação de programas institucionais;
  • O desenvolvimento de kits, protocolos, fluxos e capacitações;
  • O fortalecimento da atuação resolutiva e preventiva do MPCE.
Considerações finais:

A qualidade do diagnóstico é determinante para o êxito do PGA. Respostas francas, técnicas e fundamentadas contribuem para uma atuação mais estratégica, eficiente e com maior impacto social.
Sua contribuição é essencial para esse processo.

Acesse aqui os Formulários